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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Astorige Correa Astorige Correa de Paula e Silva, mais conhecido como Correinha foi um policial civil do estado de São Paulo na década de 1960, quando liderou o assim denominado Esquadrão da Morte paulista. Policial aclamado pela população e pela mídia da época, já foi citado como "o homem que sempre deixava o bandido dar o primeiro tiro". Biografia Astorige Corrêa de Paula e Silva, Correinha, nasceu em 07 de Março de 1941, na cidade de Londrina, Paraná, durante uma viagem de seus pais. Cresceu na fazenda Embaú, onde adquiriu, entre outras, as habilidades de caçador que o ajudaram nas suas empreitadas de policial. Também foi bem instruído no campo intelectual, o que é verificável em seu gosto pelas artes, músicas erudita e literatura. Carreira Policial Policial admirado não só por seus pares, mas também pela população em geral, inclusive profissionais do jornalismo, os quais, muitas vezes, acompanhavam as façanhas do policial. Foi membro da RUDI, uma espécie de tropa de elite da Polícia Civil de São Paulo à época, e do DEIC-Setor de Roubos. Um episódio até hoje comentado foi a morte de "Saponga", o bandido que assassinou o melhor amigo de Correinha dentro da polícia, Davi Romero Pare. Nesta ocasião, logo após o discurso em louvor do amigo, Correinha jurou vingança. Em seguida o agente procedeu uma investigação intensiva até chegar ao nome de Carlos Eduardo da Silva, vulgo Saponga, um bandido perigoso, que já havia fugido de uma penitenciária de segurança máxima, aparentemente sem contar com a conivência nem o auxílio de ninguém. Tendo chegado ao nome do assassino, Correinha prosseguiu na perseguição do marginal até o confronto nas matas da Serra da Cantareira, um local totalmente vantajoso ao agente, pois possuía muita intimidade com as florestas do interior paranaense. Encontrando o bandido de costas, o policial chamou por Saponga, que de pronto se virou e disparou contra quem o chamava, ao que Correinha respondeu com um tiro de sua Winchester calibre 44, derrubando assim o marginal. Ato contínuo, aproximou-se de Saponga e descarregou sua pistola, movido pelo sentimento de vingança em relação ao assassinato do amigo Davi. Prisão e Vida Clandestina Ao fim da década de 1960 e início dos anos 70, Correinha foi condenado à prisão, acusado de desrespeitar direitos humanos. Entretanto, segundo relata o próprio Astorige Corrêa, tal condenação foi fruto de perseguição por parte do então representante do Ministério Público, Hélio Bicudo. Passou alguns anos preso na Penitenciária do Estado e no Presídio da Polícia Civil, quando em novembro de1979, saindo deste último, passa a viver sob o regime de prisão albergue domiciliar. Neste novo regime consegue um emprego na empresa Polyfilm, onde passa a trabalhar normalmente. Porém, mesmo tendo se apresentado sempre aos chamados da justiça, mesmo trabalhando num local conhecido e respeitando os limites que lhe eram impostos, os agentes do judiciário continuaram a adicionar problemas à vida do ex-policial, com determinações para aguardar julgamento no Presídio da Polícia Civil, e tentativas de transferi-lo para a Penitenciária do Estado. Numa dessas ocasiões, Correinha aguardou preso, durante 60 dias, um novo júri, que o absolveu. Tendo voltado a trabalhar, após alguns meses, tudo voltou a acontecer, mas o diretor da empresa o impediu de se apresentar ao novo chamado. Assim iniciaram-se os quase 20 anos de vida clandestina de Astorige Corrêa.
A ‘Scuderie Le Cocq’ ou ‘Esquadrão Le Cocq’ começou com um grupo de policiais que queriam vingar a morte em serviço do delegado Milton Le Cocq. Para isso juntou-se com jornalistas do Rio de Janeiro, por volta de 1965. O detetive Le Cocq, de descendência francesa, ficou famoso por suas ações contra a bandidagem na baixada fluminense e acabou sendo assassinado por um tal de Manuel Moreira, que tinha o apelido de ‘Cara de Cavalo’, marginal da Favela do Esqueleto. Muitos afirmam que o bandido fora contratado pelo então deputado Tenório Cavalcante (o homem da capa preta que portava por baixo da dita roupa uma submetralhadora portátil a que chamava ‘carinhosamente’ de Lurdinha), mas tal acusação nunca pode ser provada. A morte do detetive Le Cocq, que servia em Duque de Caxias, RJ, causou grande impacto e a imprensa publicou uma reportagem mostrando como a polícia no estado do Rio de Janeiro estava desaparelhada e impotente para combater o crime. Nessa época estava acabando o governo de Carlos Lacerda no Estado da Guanabara e um dos seus últimos atos foi o de dotar um grupo de ‘fuscas’ novos para a delegacia de Duque de Caxias. Os policiais os pintaram de azul e branco (cores oficiais do estado), mas, na tampa do motor pintaram em fundo amarelo um ‘galo’ (Cocq), em fundo amarelo, e as letras E. M., que significavam então “ESQUADRÃO MOTORIZADO”. Por cima do ‘galo’ constava os dizeres ‘SCUDERIE LE COCQ’, em francês, e em homenagem ao detetive assassinado. O grupo acabou se transformando em milícia paramilitar com inteiro aval e apoio popular, ao longo das décadas de 60, 70, 80 e começo de 90. Os bandidos começaram a morrer e o grupo (que passou a ser de extermínio) tinha a característica de efetuar dezenas de disparos de arma de fogo dos mais variados calibres, justamente para tornar impossível determinar o executante. Em meados da década de 70 o povo já chamava a escuderia de Esquadrão da Morte dando um novo significado às letras E.M. O número de ‘justiceiros’ aumentou com a entrada de alguns militares, principalmente paraquedistas. Mudou também a insígnia, que perdeu o ‘galo’ e ganhou a caveira de pirata (crânio e duas tíbias) em fundo preto. O grupo encontrou sua ruína quando alguns de seus membros entraram para a política e começaram a achacar comerciantes e políticos para encobrir suas atividades. Também outro fator intensificou as ações da justiça para acabar com a milícia: a pressão dos estados de Minas Gerais, de São Paulo e do Espírito Santo, para onde o grosso da bandidagem tinha fugido para salvar a própria pele. Quando os casos de corrupção começaram a aparecer envolvendo membros do grupo e começaram a haver mortes do tipo ‘queima de arquivo’, um juiz do Espírito Santo determinou o fim da escuderia que se dissolveu e parou de operar. A escuderia tinha se transformado em associação e chegou a reunir sete mil associados e admiradores. Seu objetivo ostensivo era a repressão ao crime e o seu objetivo oculto era o de exterminar bandidos e facínoras que, como hoje, eram presos, mas logo a seguir eram soltos pela justiça. Os líderes da milícia eram escolhidos a dedo pelo Secretário de Segurança Pública, Luís França, a quem confiava a missão de “limpar a cidade” e formavam uma elite chamada de os "Doze Homens de Ouro".

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012



sábado, 14 de janeiro de 2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

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domingo, 26 de dezembro de 2010

Barômetro

O barômetro de mercúrio foi inventado em 1643 por Evangelista TORRICELLI, e funciona porque o ar tem peso. Torricelli observou que se a abertura de um tubo de vidro fosse enchida com mercúrio, a pressão atmosférica iria afetar o peso da coluna de mercúrio no tubo. Quanto maior a pressão do ar, mais comprida fica a coluna de mercúrio. Assim, a pressão pode ser calculada, multiplicando-se o peso da coluna de mercúrio pela densidade do mercúrio e pela aceleração da gravidade. Ao nível do mar, a pressão atmosférica é de cerca de 15 libras por polegada quadrada ou 29,9 polegadas de mercúrio. Isto é equivalente a 101,3 quiilopascals, a unidade de pressão utilizada pelos meteorologistas, alem dos "milibares".
O mercúrio é ideal para o barômetro líquido pois sua alta densidade permite uma pequena coluna. Num barômetro de água, por exemplo, seria necessário uma coluna de 10 metros e, ainda assim, haveria um erro de 2 por cento.

Barômetro Aneróide
A maioria dos barômetros são aneróides e funcionam sem líquido. Foram inventados em 1843 e consistem em uma pequena caixa de metal, fechada a vácuo. Um lado é fixo e o outro é ligado a uma forte mola que evita que a caixa se abra. O lado móvel se expanda se a pressão do ar diminui e se comprime se a pressão do ar aumenta. A posição do lado móvel é indicada por um ponteiro.
O barômetro de mercúrio é utilizado em laboratórios de pesquisa e em grande estações de meteorologia. Barômetros aneróides são usados em casa, a bordo de navios e em todas as estações climáticas.